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Estudo de Custos e Operações

Contexto

O Estudo de Custos e Operações é o serviço indicado quando a empresa até fatura, mas a margem não aparece como deveria — ou quando existe a sensação de que “o dinheiro vaza” em compras, processos, retrabalho, capacidade ociosa e decisões de preço. Na prática, conectamos custos + operação + comercial para explicar onde a margem se perde, o que está distorcido e quais ajustes geram resultado (sem depender de “cortar no escuro”). O objetivo é sair do achismo e chegar a um mapa claro de rentabilidade, eficiência e alavancas de melhora.


Quando faz sentido contratar 

Você provavelmente precisa desse estudo se:

  • você vende bem, mas não enxerga lucro com consistência;

  • a empresa cresce e a margem cai (ou não acompanha o volume);

  • não existe custo por produto/serviço (ou ele é “estimado” e pouco confiável);

  • o preço é definido por “mercado” e sem clareza de margem mínima;

  • compras e fornecedores variam demais e você não entende o impacto no resultado;

  • retrabalho, desperdício, urgências e baixa produtividade no dia a dia;

  • existem muitos “custos invisíveis” (fretes, perdas, comissões, horas, garantia, devolução);

  • você quer identificar oportunidades antes de cortar equipe ou comprometer qualidade;

  • você precisa preparar a empresa para escala (sem explodir custos fixos).

O que o Estudo entrega 

A entrega central é um diagnóstico de margem e eficiência com recomendações práticas e priorizadas. Tipicamente envolve:

1) Organização da base de custos e entendimento do “como é hoje”

  • alinhamento do que entra como custo vs. despesa (de forma gerencial, aplicável);

  • padronização de categorias e critérios (o mínimo para o número fazer sentido);

  • identificação de lacunas (itens sem centro de custo, rateios sem lógica, custos não capturados).

2) Modelagem de custos (o nível certo para sua realidade)
Conforme o tipo de negócio, estruturamos uma visão como:

  • custo por produto, serviço, cliente ou contrato;

  • separação entre fixos e variáveis (para entender ponto de equilíbrio e escala);

  • margem de contribuição e análise de mix (o que paga a conta e o que “come” resultado);

  • critérios de rateio gerenciais (quando necessário) com lógica e consistência.

3) Leitura operacional: onde a margem se perde na prática
A análise vai além do financeiro e busca causas comuns como:

  • desperdícios e perdas (materiais, tempo, frete, devoluções, refugo);

  • gargalos de capacidade, ociosidade e retrabalho;

  • compras sem estratégia (preço, prazo, mínimo, lead time, dependência de fornecedor);

  • condições comerciais que corroem margem (descontos, prazos, comissões, logística).

4) Recomendações e proposta de melhoria (com priorização)
Você recebe um plano de ação aplicável, com:

  • oportunidades de redução/otimização de custos (sem comprometer entrega);

  • ajustes de precificação e política comercial (margem mínima, desconto máximo, prazos);

  • mudanças de processo (rotina, aprovações, padrões, indicadores, responsabilidade);

  • “quick wins” vs. melhorias estruturais (o que fazer agora e o que exige projeto).

5) Indicadores e acompanhamento (para o ganho não evaporar)

  • definição de KPIs do estudo (ex.: margem por linha, custo unitário, desperdício, produtividade);

  • cadência mínima de acompanhamento (semanal/quinzenal/mensal, conforme operação).

Escopo flexível 

O Estudo pode ser amplo ou focado, conforme sua dor. Recortes comuns:

  • precificação e margem (produto/serviço, mix, desconto, comissão, frete);

  • compras e fornecedores (custo, prazo, dependência, variações e políticas);

  • produção/operação (capacidade, gargalos, retrabalho, perdas);

  • logística (frete, armazenagem, devoluções, avarias);

  • estrutura fixa (pessoal, contratos, recorrências, alocação e produtividade);

  • unidade/filial/linha de negócio (onde a empresa ganha e onde ela perde).

Como funciona 

Etapas simples, sem travar sua operação

  • Kick-off (alinhamento): objetivo do estudo, principais decisões (reprecificar, enxugar, expandir, renegociar).

  • Coleta guiada: checklist de dados (compras, vendas, contratos, produção/horas, despesas, etc.).

  • Tratamento e modelagem: organização das bases + construção do modelo de custos no nível adequado.

  • Análises e hipóteses: leitura de margens, variações e “drivers” operacionais.

  • Devolutiva executiva: conclusões + plano priorizado + recomendações e próximos passos.

  • Opcional: suporte de implantação (negociação com fornecedores, revisão de preço, rotinas e KPIs).

Resultados esperados 

  • clareza de margem real por produto/serviço/cliente (sem autoengano);

  • identificação objetiva de vazamentos de margem e “custos invisíveis”;

  • base para precificar com segurança (margem mínima, política de desconto e prazos);

  • oportunidades de eficiência operacional (reduzir retrabalho, perdas, urgências);

  • decisões mais seguras sobre crescer, cortar, terceirizar ou investir;

  • KPIs para sustentar o ganho ao longo dos meses (não só um “estudo bonito”).

Prazos e investimento

  • Prazo: varia conforme volume de dados, complexidade da operação e nível de profundidade (de alguns dias a algumas semanas).

  • Investimento: varia conforme a complexidade da operação e o recorte (amplo vs. focado, uma unidade vs. múltiplas).

O que a Solvis precisa de você 

  • relatórios de vendas (itens, preços, descontos, canais, clientes) e compras (itens, fornecedores, prazos);

  • despesas e contratos recorrentes (custos fixos relevantes);

  • informações operacionais básicas (capacidade, horas, produção/entrega, perdas/retrabalho — quando existir);

  • 1 pessoa de referência para dúvidas (em geral, 30–60 min/semana).

Próximo passo

Alinhamos qual decisão você quer destravar (preço, margem, redução, expansão) e definimos o recorte do estudo para entregar um plano de melhoria executável.

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