
Diagnóstico Empresarial
Contexto
O Diagnóstico é o ponto de partida quando você percebe que “tem algo errado” (ou que dá para melhorar), mas ainda não enxerga onde está o gargalo — e, principalmente, qual ação vem primeiro. Na prática, ele transforma dados soltos (extratos, planilhas, ERP, contas a pagar/receber) em uma leitura gerencial clara, conectando financeiro e operação para orientar decisão e plano de execução.
Quando faz sentido contratar
Você provavelmente precisa de um Diagnóstico se:
o mês “fecha” e você não confia no número (ou ele nunca fecha de verdade);
há sensação de lucro no faturamento, mas o caixa vive apertado;
decisões como contratar, investir ou reajustar preço seguem no feeling;
existe ruído entre áreas (“vendas vende, mas o financeiro não vê o dinheiro”);
você quer crescer, mas teme crescer e perder o controle por falta de previsibilidade;
você suspeita de custos inchados, mas não sabe por onde atacar;
precisa apresentar números para sócios/banco/investidor e não tem demonstrativos estruturados;
o financeiro consome tempo demais do dono e não vira gestão.
O que o Diagnóstico entrega
A entrega central é uma fotografia gerencial do negócio + recomendações práticas e priorizadas. Tipicamente envolve:
1) Organização da base e leitura do “como está hoje”
saneamento do básico (cadastros, classificações, períodos e critérios);
checagens de consistência (ex.: banco × sistema, duplicidades, lançamentos sem categoria);
padronização mínima para que os números “conversem” entre si.
2) Elaboração e análise de demonstrativos financeiros (quando não existem ou não são confiáveis)
Conforme o estágio da empresa, estruturamos e analisamos, por exemplo:
DRE gerencial (resultado do período: receita, custos, despesas e margem);
Fluxo de Caixa (real e, quando possível, uma primeira visão projetada);
Balanço / posição financeira (o que a empresa tem e deve; capital de giro);
leitura executiva: o que está puxando resultado, o que está drenando caixa e por quê.
3) Identificação de gargalos com foco em causa e ação
Mais do que listar sintomas, buscamos causas comuns que travam o resultado:
descasamento entre prazos de recebimento e pagamento (capital de giro);
precificação e margem insuficientes;
despesas fixas desproporcionais ao nível de receita;
inadimplência e ausência de política de crédito e cobrança;
falta de rotina de fechamento e indicadores.
4) Plano de ação priorizado (30/60/90)
Você recebe um plano objetivo com:
o que ajustar agora (ações de alto impacto);
o que estruturar em seguida (rotinas, processos e controles);
o que acompanhar mensalmente (indicadores e cadência de gestão).
Escopo flexível
O Diagnóstico pode ser geral ou direcionado. Recortes comuns:
caixa e capital de giro (prazos, necessidade de caixa, renegociação);
margem e precificação (onde a margem se perde, custos/tributos/condições comerciais);
inadimplência e cobrança (política de crédito, régua de cobrança, indicadores);
despesas e estrutura (mapa de despesas, oportunidades e hipóteses de eficiência);
rotina e controles (aprovações, alçadas, conciliações, fechamento gerencial).
Como funciona
Kick-off (alinhamento): objetivo, dores, urgências e decisões próximas (contratação, investimento, expansão).
Coleta guiada: checklist e orientação para você não perder tempo “adivinhando” o que enviar.
Tratamento e análises: organização dos dados, construção dos demonstrativos e cruzamentos.
Devolutiva executiva: apresentação do diagnóstico + prioridades + plano 30/60/90.
Opcional: desdobramento para implantação (BPO, CFO as a Service e/ou rotinas de gestão).
Resultados esperados
clareza do que está acontecendo com resultado e caixa (sem ruído);
prioridade: saber o que atacar primeiro e o que pode esperar;
demonstrativos estruturados para decisão e comunicação (sócios, bancos, time);
primeiros KPIs gerenciais e uma rotina mínima de acompanhamento;
base sólida para implantar execução (processos, controles e cadência).
Prazos e investimento
Prazo: varia conforme volume de dados, qualidade das informações e complexidade da operação (em geral, de poucos dias a algumas semanas).
Investimento: varia conforme a complexidade da operação e a profundidade do recorte (diagnóstico geral vs. foco em uma área).
O que a Solvis precisa de você
acesso/extrações de extratos bancários, contas a pagar/receber e relatórios do ERP/planilhas;
calendário de fechamento (se existir) e regras atuais de classificação;
1 pessoa de referência para dúvidas pontuais (em geral, 30–60 min/semana).
Próximo passo
Agendamos uma conversa rápida para entender contexto, objetivo e urgência — e então definimos escopo e recorte do Diagnóstico.