
CFO as a Service
Contexto
O CFO as a Service é para empresas que já perceberam que “ter alguém tocando o financeiro” não basta — o que falta é direção, critérios de decisão e previsibilidade. Na prática, você ganha uma liderança financeira sob demanda que organiza prioridades, cria cadência de gestão e apoia as decisões críticas (crescimento, preço, investimentos, contratação, capital de giro), sem a estrutura fixa de um CFO interno.
Quando faz sentido contratar
Você provavelmente se beneficia de CFO as a Service se:
o negócio está crescendo (ou quer crescer), mas o caixa não acompanha;
você tem relatórios, mas ainda toma decisão no feeling;
precisa de previsão (cenários) para decidir com menos risco;
o financeiro até “faz as rotinas”, mas falta planejamento e governança;
há dúvidas recorrentes do tipo: “posso contratar?”, “dá para investir?”, “posso abrir nova unidade?”, “qual desconto posso dar?”;
a margem oscila e você não tem clareza do motor de lucro (produto, canal, cliente, contrato);
você quer melhorar relação com bancos/linhas, mas falta estratégia e narrativa financeira;
sócios precisam de visão executiva: o que importa, o que mudou, o que será feito.
O que o CFO as a Service entrega
A entrega é modular: selecionamos o que faz sentido para o seu momento e maturidade. Exemplos de blocos (combináveis):
1) Direção e governança financeira (o “como decidimos”)
definição de metas financeiras e prioridades do trimestre;
critérios de decisão (ex.: investimentos, contratações, descontos, estoques, prazos);
rituais de gestão: reuniões, pauta padrão, responsáveis e próximos passos;
alinhamento com sócios (linguagem executiva, sem ruído).
2) Planejamento e previsibilidade (o “para onde vamos”)
orçamento (budget) e/ou forecast (projeções revisáveis);
cenários (conservador/base/agressivo) e gatilhos de ação;
projeção de caixa e necessidades de capital de giro;
mapa de riscos financeiros (concentração, sazonalidade, inadimplência, custos fixos).
3) Performance e rentabilidade (o “onde está o lucro”)
análise de margem por produto/serviço/canal/cliente quando aplicável;
suporte à precificação e políticas comerciais (desconto, prazo, comissão);
leitura de alavancas: CAC, LTV, churn, ticket, produtividade (quando fizer sentido para o modelo);
recomendações práticas conectando financeiro e operação.
4) Capital de giro, crédito e cobrança (o “dinheiro entra quando?”)
desenho/ajuste de política de crédito e cobrança;
prazos (PMR/PMP) e ações para reduzir “vazamentos” de caixa;
renegociação com fornecedores/clientes quando necessário;
indicadores de inadimplência e eficiência da cobrança.
5) Relação com bancos e estrutura de capital (o “como financiar sem sufocar”)
preparação de materiais e narrativa financeira para bancos/instituições;
suporte em negociação de linhas (custo, prazo, garantias) e reestruturação de dívida;
organização do que o banco pede (documentos, demonstrativos, explicações).
> Importante: “fechamento mensal” e rotinas operacionais normalmente pertencem ao BPO/Financeiro interno. No CFO as a Service, o foco é ler, interpretar, decidir e direcionar — e, se você quiser, podemos acoplar (ou coordenar) a parte operacional via BPO para garantir cadência e qualidade dos dados.
Escopo flexível
Sim — dá para contratar com foco em um recorte, por exemplo:
caixa e capital de giro (previsão, prazos, necessidade de caixa);
orçamento/forecast e cenários (planejamento e metas);
margem e precificação (rentabilidade e política comercial);
inadimplência/cobrança e crédito (política, régua, indicadores);
estrutura para crescimento (expansão, contratação, investimentos, ROI);
preparação para banco/investidor (organização e narrativa financeira).
Como funciona
Kick-off: objetivos, decisões próximas e “o que está em jogo” (caixa, margem, crescimento, dívida).
Mapeamento da base: entendemos fontes de dados e nível de confiabilidade (ERP, extratos, relatórios, planilhas).
Definição do escopo modular: quais blocos entram agora e quais ficam para a fase seguinte.
Rotina de acompanhamento: reuniões periódicas (semanal/quinzenal/mensal, conforme necessidade) com pauta padrão e ações.
Revisões de rota: ciclos de revisão (mensal/trimestral) para ajustar metas, cenários e prioridades.
Resultados esperados
Você tende a ganhar:
previsibilidade (saber o que vem antes do problema virar urgência);
decisão mais rápida e segura (critérios + dados + cenário);
mais controle de caixa e capital de giro;
evolução de margem via ajustes de preço, mix, desconto e eficiência;
uma rotina executiva de KPIs (menos indicador, mais ação);
melhor governança com sócios e clareza do plano do mês/trimestre.
Prazos e investimento
Prazo: contínuo, com ajustes por ciclo (o ganho vem da cadência + decisões melhores ao longo do tempo).
Investimento: varia conforme a complexidade da operação, o recorte escolhido e o nível de envolvimento (mais estratégico vs. mais “mão na massa” com implementação e coordenação do operacional).
O que a Solvis precisa de você
1 decisor (ou dupla de sócios) com agenda para 45–60 min por reunião;
acesso aos relatórios/extratos e visão do modelo de receita/custos;
alinhamento do time interno (ou BPO) para executar ações combinadas e fechar dados com consistência.
Próximo passo
Agendamos uma conversa rápida para entender seu momento, decisões próximas e urgência — e desenhar um escopo modular, com foco no que destrava resultado e previsibilidade primeiro.