
Análises de Viabilidade
Contexto
A Análise de Viabilidade é o serviço para quando você quer tomar uma decisão importante (abrir uma unidade, contratar time, comprar equipamento, lançar produto, entrar em novo canal) e precisa responder, com método: dá retorno? em quanto tempo? qual o risco? qual o impacto no caixa? Na prática, a Solvis transforma premissas do negócio (vendas, custos, preço, prazos, investimento) em cenários financeiros para você decidir com mais segurança — sem depender de “achismo” ou otimismo.
Quando faz sentido contratar
Você provavelmente precisa de uma Análise de Viabilidade se:
quer abrir/expandir (nova unidade, novo turno, nova região) e não quer “crescer e apertar o caixa”;
está avaliando um investimento (CAPEX) (máquina, veículo, obra, tecnologia) e não sabe o retorno real;
quer lançar um produto/serviço e tem dúvidas de preço, margem e volume mínimo;
recebeu proposta de parceria, distribuição ou franquia e não sabe se fecha a conta;
pensa em contratar equipe (comercial/operação) mas não enxerga o ponto de equilíbrio;
está entre duas alternativas (“faço A ou B?”) e precisa comparar com números;
quer buscar crédito/investidor e precisa de projeções consistentes e defendíveis;
tem uma oportunidade “boa demais” e precisa testar o que acontece se vender menos, atrasar, ou o custo subir.
O que a Análise de Viabilidade entrega
A entrega central é um estudo financeiro com cenários + recomendação objetiva. Tipicamente envolve:
1) Estruturação das premissas (o que realmente move o resultado)
volume (demanda), preço, mix, sazonalidade;
custos variáveis (CMV/insumos, comissões, frete, taxas) e custos fixos (pessoal, aluguel, estrutura);
investimentos necessários (CAPEX) e custos de implantação;
impostos e condições comerciais;
prazos de recebimento/pagamento e necessidade de capital de giro.
2) Projeções e demonstrações do projeto (visão de resultado e de caixa)
projeção de DRE do projeto (margem, despesas, resultado);
projeção de fluxo de caixa (impacto mês a mês, principalmente no início);
necessidade de capital de giro e “fôlego” para atravessar o ramp-up.
3) Métricas de decisão (para comparar alternativas e reduzir risco)
Conforme o caso, estruturamos indicadores como:
ponto de equilíbrio (quanto precisa vender para “se pagar”);
payback (tempo de retorno do investimento);
análise de retorno (ex.: VPL/TIR, quando fizer sentido e houver base de dados);
impacto no caixa e no risco (ex.: “qual o pior mês de caixa?”).
4) Cenários e sensibilidade (o “e se...?” que protege a decisão)
cenário base / conservador / agressivo;
sensibilidade de variáveis críticas (preço, volume, custo, prazo, inadimplência);
principais riscos e como mitigar (gatilhos de revisão, metas mínimas, fases de implantação).
5) Recomendação executiva e plano de decisão
conclusão direta: vai / não vai / vai por fases;
condições para dar certo (premissas mínimas, metas, prazos, limites de gasto);
próximos passos (implantação, acompanhamento mensal, revisão do plano).
“Posso pedir foco em uma área específica?”
Sim — a análise pode ser completa ou direcionada para o recorte que você precisa decidir, por exemplo:
expansão de unidade/região (estrutura, demanda, custos fixos, ramp-up);
investimento em ativo (CAPEX) e retorno;
novo produto/serviço (precificação, margem e volume mínimo);
contratações (impacto no ponto de equilíbrio e no caixa);
mudança de canal (B2B vs. B2C, e-commerce, marketplace, representante);
renegociação/alternativas de financiamento (impacto do custo do dinheiro no projeto).
Como funciona
Etapas simples, sem travar sua operação
Kick-off (alinhamento da decisão): qual decisão, prazo, alternativas e critérios (retorno, risco, caixa).
Coleta guiada de dados: premissas e números atuais (com checklist e exemplos).
Modelagem financeira: projeções, métricas de retorno e necessidade de caixa/capital de giro.
Cenários e testes de estresse: “o que acontece se…”.
Devolutiva executiva: recomendação, premissas mínimas e plano de decisão (inclui versão resumida para sócios/banco, se necessário).
Resultados esperados
decisão com base em retorno e risco, não só em intuição;
clareza do impacto no caixa (especialmente no começo do projeto);
entendimento do volume mínimo para o projeto se sustentar;
comparação objetiva entre alternativas (A vs. B);
premissas documentadas e defendíveis para sócios, bancos e parceiros;
um plano mais seguro: ir por fases quando fizer sentido.
Prazos e investimento
Prazo: varia conforme complexidade do projeto, quantidade de alternativas e qualidade dos dados (em geral, de alguns dias a poucas semanas).
Investimento: varia conforme a complexidade da operação, profundidade da modelagem e número de cenários/alternativas.
O que a Solvis precisa de você
números atuais (faturamento, custos, despesas) e relatórios disponíveis (ERP/planilhas/extratos);
premissas do projeto (preço, volume esperado, estrutura necessária, cronograma);
investimentos previstos (CAPEX) e custos de implantação;
prazos médios de recebimento/pagamento e condições comerciais;
1 pessoa de referência para validar premissas (30–60 min/semana costuma ser suficiente).
Próximo passo
Você traz a decisão e as alternativas; a Solvis devolve cenários, retorno, risco e impacto no caixa para você escolher o caminho com mais previsibilidade.